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O Fracasso da Classe Trabalhadora

No ano que se seguiu imediatamente após a Segunda Guerra Mundial, 1946, Anton Panekoek em O Fracasso da Classe Trabalhadora, analisa a falha―porém pode-se dizer com mais certeza, o receio―da classe trabalhadora em organizar-se como força motriz revolucionária em oposição… Continue Reading →

De Onde Vêm as Ideias Corretas?

De Onde Vêm as Ideias Corretas?¹ Mao Tsé-Tung De onde vêm as idéias corretas? Caem do céu? Não. São inatas dos cérebros? Não. Só podem vir da prática social, dos três tipos de prática: a luta pela produção, a luta… Continue Reading →

O Capitalismo como Religião

O Capitalismo como Religião¹ Walter Benjamin O capitalismo deve ser visto como uma religião, isto é, o capitalismo está essencialmente a serviço da resolução das mesmas preocupações, aflições e inquietações a que outrora as assim chamadas religiões quiseram oferecer resposta…. Continue Reading →

Teorias do Fascismo Alemão

Walter Benjamin Retirado de: Magia e técnica, arte e política, editora Brasiliense, 2012. Tradução de Sérgio P Rouanet. Léon Daudet, filho de Alphonse, ele próprio um escritor importante, líder do Partido Monarquista francês, publicou certa vez em sua Action Française um… Continue Reading →

“Democracia” e Ditadura

Original em: https://www.marxists.org/archive/lenin/works/1918/dec/23.htm Por Vladimir Ilich Lênin Nesse pequeno texto, Lênin discute temas de muita relevância para a esquerda marxista brasileira, principalmente aquela que se prende aos aparatos democráticos da moribunda democracia brasileira Algumas pessoas do Estandarte Vermelho de Berlim… Continue Reading →

Teses Sobre o Conceito de História

Retirado de: Walter Benjamin – Obras escolhidas. Vol. 1. Magia e técnica, arte e política. Ensaios sobre literatura e história da cultura. Prefácio de Jeanne Marie Gagnebin. São Paulo: Brasiliense, 1987, p. 222-232. 1 Conhecemos a história de um autômato… Continue Reading →

A “Invariância” Histórica do Marxismo

Durante o encontro do Partido Comunista Internacional em Milão, no ano de 1952, Amadeo Bordiga em 26 teses, explicou a “invariância” histórica do Marxismo, ao passo que explica a luta contra os setores modernizantes do Marxismo, considerados por ele piores que os ideólogos burgueses e Stalinistas, defendendo um caráter monolítico das posições do partido e do movimento em si.

Sobre a Revolução Cultural

O texto que se segue é uma tradução de um artigo que foi publicado anonimamente na edição de novembro-dezembro de 1966 da revista Cahiers marxistes-léninistes. A revista foi fundada na parte final de 1964 por estudantes na seção da École… Continue Reading →

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